Localizado no perímetro urbano de Manaus, no bairro do Parque Dez de Novembro, o parque foi criado em 1992 com o objetivo de tornar-se uma área de interesse ecológico. O local onde está instalado o Parque do Mindu é um dos últimos refúgios do sauim-de-coleira, macaco ameaçado de extinção que só existe na região de Manaus.
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terça-feira, 21 de abril de 2015
Desmate na Amazônia sobe 195% em março, diz ONG
Nelson Feitosa/Ibama/Reuters
O desmatamento da Amazônia Legal foi de 58 km² em março de 2015
O desmatamento da Amazônia Legal foi de 58 km² em março de 2015, um aumento de 195% em relação ao mesmo mês no ano anterior, quando foram derrubados 20 km² de florestas. Os dados são do monitoramento não oficial produzido pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
Os dados do SAD revelaram tendência de aumento da devastação em todos os meses de 2015. Foram registradas taxas de desmatamento de 288 km² em janeiro e de 42 km² em fevereiro - o que representa um aumento de 169% e 282%, respectivamente, em comparação com os mesmos meses de 2014.
Os Estados que mais sofreram com o desmatamento em março de 2015, segundo o SAD, foram Mato Grosso (76%) e Amazonas (13%), seguidos por Rondônia (8%),Tocantins (2%) e Pará (1%).
Em março, 86% do desmatamento aconteceu em áreas privadas, 9% em assentamentos de reforma agrária e 5% em unidades de conservação. Os municípios mais desmatados foram Feliz Natal e Itaúba, ambos em Mato Grosso.
A devastação acumulada nos oito primeiros meses do calendário oficial de medição do desmatamento - de agosto de 2014 a março de 2015 - chegou a 1.761 km². O aumento foi de 214% em relação aos 560 km² desmatados no período anterior. De agosto de 2014 a março de 2015, Mato Grosso liderou o ranking do desmate, com 639 km² - aumento de 640%.
O Imazon também publicou dados sobre a degradação florestal - as áreas em que as árvores não sofreram corte raso, mas onde a floresta foi excessivamente explorada ou atingida por queimadas.
As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 15 km² em março, aumento de 200% em relação a março de 2014, quando foram registrados 5 km² de degradação.
O boletim adverte que a extensão do desmatamento e a degradação da floresta registrada em março de 2015 podem estar subestimadas, já que 53% da área florestal amazônica estava coberta por nuvens e, portanto, fora do alcance dos satélites. Em março de 2014, as nuvens cobriam 58% da floresta.
Sistema alternativo
O SAD usa imagens do mesmo sensor e do mesmo satélite empregados pelo Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que fornece ao governo federal as informações sobre novas áreas de desmatamento na Amazônia, auxiliando nas operações de repressão à devastação ilegal. No entanto, as metodologias usadas pelo Inpe e pelo Imazon são distintas.
O Inpe ainda não divulgou os dados do Deter para março de 2015. Mas, em março de 2014, o sistema registrou 53 km² de áreas com alterações florestais, que sofreram corte raso e degradação.
Os últimos dados do Deter, divulgados no dia 2 de março, cobriam o período entre novembro de 2014 e janeiro de 2015. Naquele trimestre, as áreas com alterações florestais chegaram a 291 km² - um aumento de 5% em relação ao mesmo período de um ano antes.
Já os dados do SAD do Imazon para o trimestre entre novembro de 2014 e janeiro de 2015 indicavam que as alterações florestais teriam chegado a 1.163 km², com um aumento de 326% em relação ao mesmo período do ano anterior. "As informações são do jornal O Estado de S.Paulo".
Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/04/21/desmate-na-amazonia-sobe-195-em-marco-diz-ong.htm
sábado, 18 de abril de 2015
Ruínas Históricas de Paricatuba
Localiza-se na Vila de Paricatuba, no município de Iranduba, bem próximo a Manaus, com apenas 40 minutos, via terrestre pela AM-070 (Estrada Manoel urbano). A construção teve inicio em 1898, a cargo do governo do Estado do Amazonas, para servir como uma grande hospedaria para imigrantes italianos para trabalhar no nosso Estado - era um prédio suntuoso e imponente, era um luxo e sofisticação, com janelas em estilo colonial, vasos e louça inglesa e tijolos e vigas portugueses de alta durabilidade.
Fotos: blog geomistura.
Fotos: blog geomistura.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Cachoeira da Porteira parte 3
Essa é a segunda parte da vista a cachoeira da Porteira tirei algumas fotos das formações rochosas do lugar.
domingo, 12 de abril de 2015
Visita à Estação Experimental de Silvicultura Florestal e Reserva Florestal ZF2- INPA
Entre os dias 10 e 11 de Abril, 32 alunos da Escola
Estadual Brigadeiro Camarão participaram da aula campo organizada pela professora da disciplina de Geografia.
Os alunos visitaram a Estação Experimental de Silvicultura Florestal e
Reserva Florestal do INPA (ZF2) na BR 174 Manaus/Boa Vista. Os alunos tiveram palestras
com o Dr. Niro Higuchi e sua equipe de engenheiros, puderam vivenciar algumas
das metodologias que envolviam caminhadas e observação sobre o Manejo Florestal
sustentável na Amazônia.
domingo, 29 de março de 2015
População brasileira vai parar de crescer em 2030.
Aponta Ipea Guilherme Balza
Do UOL Notícias
Em São Paulo



Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/10/07/ult5772u970.jhtm
Do UOL Notícias
Em São Paulo

O número de filhos que, em média, cada mulher brasileira tinha em 2007 é insuficiente para repor a atual população brasileira. Isso quer dizer que daqui a 22 anos a população brasileira irá parar de crescer e, consequentemente, começar a diminuir.
Essa tendência é apontada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fundação pública federal vinculada ao Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, a partir da análise dos dados demográficos e de gênero da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios de 2007 (Pnad).
De acordo com o levantamento, a taxa média de fecundidade da mulher brasileira em 2007 era de 1,83 filho (essa tendência já havia sido apontada pelo IBGE na análise dos dados da Pnad, para quem a taxa está em 1,95 filho por mulher; os números não batem porque os dois institutos utilizam metodologias diferentes na análises dos dados levantados na pesquisa).
Em 1992, a taxa era de 2,8 filhos. Orientado por esta diminuição, o Ipea projetou que a população brasileira atingirá seu máximo em 2030, com um contingente aproximado de 204,3 milhões de habitantes. A partir desta data, a tendência é que a população brasileira comece a reduzir e em 2035 caia para 200,1 milhões.
Alguns grupos populacionais já estão experimentando taxas negativas de crescimento, aqueles com idades abaixo de 30 anos. Outros passarão a experimentar ao longo dos próximos 25 anos. Entre 2030-2035, os únicos grupos populacionais que deverão apresentar crescimento positivo são os de idade superior a 45 anos
Cresce a População em Idade Ativa (PIA)
A redução na fecundidade acarretou, segundo a Pnad, em um aumento no percentual da População em Idade Ativa (PIA) - indivíduos com mais de 15 anos. De 1992 para 2007, a PIA passou de 58,3% para 64,2% da população.
A população idosa também cresceu, de 7,9% para 10,6% da população. O percentual dos idosos com idade superior a 80 anos passou de 1% em 1992 para 1,4% em 2007, o que corresponde a 1,6 milhões de pessoas.
A PIA madura e idosa deverá crescer tanto em valores absolutos quanto em participação no total da população, chegando a 47% em 2035. Isto colocará pressões diferenciadas no mercado de trabalho, como o possível aumento na demanda de empregos para as pessoas com mais 45 anos.
Fecundidade cai mais no Nordeste
Segundo a Pnad, a redução na taxa de fecundidade ocorreu em todas as faixas de renda, de escolaridade e em todas as regiões do país. As maiores reduções foram observadas nos 20% das mulheres que têm a faixa de renda mais baixa, com menos tempo de estudo (0 a 4 anos) e da região Nordeste.
Já entre as 20% das mulheres com maior renda, a taxa de fecundidade chegou a 1,3, índice próximo ao de países como Espanha, Itália e Japão. A diminuição da fecundidade também ocorreu em todas as faixas de idade, mas com menos intensidade entre as mulheres de 15 a 19 anos.
A combinação da redução da taxa de fecundidade com a diminuição da mortalidade tem como conseqüência direta o envelhecimento da população, processo observado na maior parte dos países desenvolvidos. De acordo com o Ipea, se confirmada essa tendência, aumentará a demanda por cuidados de longa duração e os gastos com pagamento de benefícios previdenciários e assistências por um período de tempo mais longo.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/10/07/ult5772u970.jhtm
sexta-feira, 6 de março de 2015
Países do Brics definem ações conjuntas e discutem agenda para os próximos anos
Os vice-ministros dos cinco países divulgaram o documento Carta de Brasília, com as conclusões do encontro (Foto: Isabelle Araújo)
Ainda esta semana os cinco países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul) vão definir os temas e pontos focais em que pretendem fortalecer a cooperação multilateral e bilateral na educação e enviar a lista de prioridades à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a fim de estabelecer os próximos passos e ações para aumentar as oportunidades de aprendizagem de milhões de crianças, jovens e adultos.
A decisão foi tomada pelos vice-ministros da educação dos Brics que, na noite desta segunda-feira, 2, assinaram o documento Carta de Brasília, com as conclusões dos grupos de trabalho durante o encontro realizado na cidade. Na manhã desta terça-feira, 3, eles se reuniram com o subdiretor-geral de educação da Unesco, Qian Tang, para discutir as formas de cooperação entre o grupo e a agência internacional. Na oportunidade, Tang apresentou o relatório Brics – Construir a educação para o futuro, estudo da Unesco sobre a situação da educação nos cinco países do grupo.
Entre as sugestões apresentadas estão a elaboração de relatórios trienais sobre a situação da educação nos cinco países, para facilitar o acompanhamento da realização das metas propostas e a identificação de campos de cooperação multi ou bilateral; a formação de grupo para estudar a viabilidade de validação de diplomas; a criação de polos de educação superior de excelência; o estudo de aprimoramentos na formação de professores; ações efetivas para o intercâmbio de estudantes; e a instalação de institutos de línguas e culturas do Brics em todos os países do grupo. Nesses institutos, os alunos aprenderiam os costumes, história e idiomas de um ou mais países do Brics, o que facilitaria a mobilidade acadêmica.
“O Brasil tem muito a aprender com os vários países do grupo, assim como possui experiências bem sucedidas para partilhar com os Brics”, afirmou, no encontro, o secretário-executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa. “Precisamos fazer com que nossas diferenças nos ajudem a combater nossas desigualdades educacionais.”
Agenda pós-2015 – Na reunião, os vice-ministros da educação também trataram da posição do grupo Brics nos encontros mundiais de educação, que ocorrerão ainda este ano, para preparar a definição da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável Pós-2015, no próximo mês de setembro, na reunião da ONU.
Como o ano de 2015 é a data limite para se alcançar as metas do Educação para Todos e os Objetivos do Milênio, definidos pelas Nações Unidas em 2000, a comunidade internacional já está discutindo o estabelecimento de novas metas para o desenvolvimento mundial sustentável. As consultas até agora indicam que a agenda da educação pós 2015 deve ser ancorada em uma perspectiva de educação ao longo de toda a vida, abordando o acesso e os resultados, equidade e qualidade para todos, crianças, jovens e adultos.
Nesse sentido, os vice-ministros da educação dos países do Brics concordaram em estudar a apresentação de propostas conjuntas no Fórum Mundial de Educação, a ser realizado nos próximos dias 19 a 22 de maio, na cidade sul-coreana de Incheon.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21127
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